segunda-feira, 4 de novembro de 2013

Novas suspeitas questionam a chegada do homem à Lua, 44 anos depois

A famosa aterrissagem dos astronautas Buzz Aldrin e Neil Armstrong na Lua, em 1969, voltou a ser debatida entre céticos do mundo inteiro. Nesta semana, o alvo das críticas foram os rolos de filme que viajaram ao espaço sem se deteriorar. A NASA refuta terminantemente todas as acusações.
Segundo especialistas em fotografia, seria impossível para os rolos de filmes reserva guardados durante a viagem não sofrerem nenhuma alteração depois de expostos à radiação cósmica solar.



Após uma viagem de 380 mil quilômetros, os mesmos deveriam apresentar danos irreparáveis em função da radicação eletromagnética espacial. No mínimo, deveriam estar velados. Diante do argumento da NASA que os rolos estiveram, o tempo inteiro, cuidadosamente guardados em caixas herméticas forradas de chumbo, os céticos insistem em seus questionamentos: como os filmes utilizados durante a caminhada dos astronautas não deterioraram, já que estes sim foram expostos? A NASA afirmou que os níveis de radiação na superfície lunar são insuficientes para afetar um filme de câmera fotográfica. Como prova irrefutável, apresentou exemplos de fotografias tomadas nas imediações da fábrica de Fukushima, no Japão, que apesar de expostos à radiação por tempo prolongado, tampouco haviam sofrido distorções significativas.

Veja outras evidências sobre a suposta fraude da chegada do homem à Lua



De acordo com especialistas, as pegadas não deveriam ser formadas devido à baixa humidade do solo lunar.


Não existem marcas formadas pelo Módulo Lunar, durante o pouso, e as estrelas no céu lunar?

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