segunda-feira, 28 de outubro de 2013

O crânio de 1,8 milhão de anos pode reescrever a história da evolução humana

Um crânio de 1,8 milhão de anos está reacendendo o debate sobre a evolução humana. O chamado Crânio 5 foi encontrado em ótimo estado de conservação em Dmanisi, na Geórgia, e é o antepassado mais antigo do ser humano, descoberto fora da África. Segundo pesquisadores envolvidos, esta seria uma nova evidência de que o ser humano primitivo fazia parte de uma única espécie, que teria muitos aspectos diferentes.
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